quinta-feira, 4 de novembro de 2010

III Mostra Pedagógica e I Seminário

"As Linguagens do Protagonismo Juvenil, Rompendo Limites"
Para visualizar as fotos do evento, clica aqui.



Realizada no dia 20 de outubro de 2010, no Teatro Dante Barone, da Assembléia Legislativa do Estado, a III Mostra Pedagógica e I Seminário "As Linguagens do Protagonismo Juvenil, Rompendo limites", coordenada pela Equipe de Saúde Escolar Baltazar de Oliveira Garcia, reuniu as 28 escolas integrantes da ESAE.



O evento contou com a presença do Secretário Estadual da Educação, professor Ervino Deon, representantes da 1ª CRE, Seção de Saúde Escolar, Secretaria Estadual da Saúde e demais autoridades.




A palestra inaugural foi proferida pela jornalista, professora e mestra da Universidade de Passo Fundo RS, Bibiana de Paula Friderichs, sobre o tema "As Linguagens do protagonismo Juvenil, Rompendo limites".



Os projetos apresentados enfocaram os temas transversais, tais como: sexualidade e prevenção da gravidez na adolescência; os diversos tipos de violência; prevenção ao uso de drogas; preservação do meio ambiente e qualidade de vida, que são desenvolvidos de forma continuada nas escolas e que enfatizam o protagonismo juvenil.
As apresentações foram feitas através de banners, exposição oral e manifestações artísticas tais como: teatro, dança, música, oficina de literatura, etc.
A III Mostra Pedagógica e I Seminário "As Linguagens do Protagonismo Juvenil, Rompendo Limites, só foi possível graças ao empenho e participação ativa das escolas. Os projetos apresentados, demonstraram a qualidade do trabalho, sistemáticamente desenvolvido pelos professores, que, acreditam que vale à pena investir no potencial humano e criativo dos nossos educandos. Uma educação de qualidade acontece através do somatório de ações que visam a solidificação de valores fundamentais para a formação de cidadãos conscientes. A Equipe de Saúde Escolar agradece e parabeniza a todos, que construíram este belíssimo evento.



ESAE-BOG

domingo, 17 de outubro de 2010

PARCERIA ESAE & ESPM

Oficinas de Ilustração e Produção Textual
"Reflexões sobre a Violência"
A Equipe de Saúde Escolar Baltazar de Oliveira Garcia (ESAE-BOG), em parceria com a Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), realizou as Oficinas de Ilustração, ministrada pela professora Cláudia Barbisam, da ESPM e Produção Textual, pela professora Evely Seganfredo, da ESPM. As oficinas foram realizadas na Escola-Polo Baltazar de Oliveira Garcia, em junho, e contemplaram alunos das 28 escolas da ESAE-BOG.
"Reflexões sobre a Violência", foi o tema abordado pelos alunos em seus trabalhos, nas oficinas, tanto de ilustração como de produção textual. O tema já havia sido trabalhado nas escolas, pelas professoras de Lingua Portuguesa e artes, que enviaram, para as oficinas, os alunos, que se destacaram em suas escolas.
O resultado deste trabalho mostrou-se revelador, de como nossos jovens possuem uma consciência crítica a respeito do contexto no qual estão inseridos, bem como nos sugere, a necessidade de implementarmos, cada vez mais, ações que possibilitem um aumento deste nível de consciência e que apontem, para o reforço de sua autoestima, tornando-os mais fortes no enfrentamento desta realidade tão contundente.
Parabéns a todos, que participaram deste trabalho.
Maria Luiza Pradella Ramos
Psicóloga
Coordenadora da ESAE-BOG

"Trabalhos elaborados pelos alunos na Oficina de Ilustração"

Trabalhos Realizados na Oficina de Ilustração ESAE & ESPM


sábado, 16 de outubro de 2010

Ana Paula Teixeira Cieslik

EEEF Bento Gonçalves
Violência

Violência! Hoje em dia, essa palavra é muito comum em jornais, TV, rádios e etc. Ela tomou conta do mundo. Existe uma frase que todos costumam dizer: “Para mudar o mundo, devemos mudar nós mesmos”, muito fácil, simplesmente, escrever isso e dizer palavras bonitinhas. O difícil mesmo é agir. Eu posso escrever um texto bonito, com uma porção de frases, mas quem liga para isso? Pelo menos, não parecem ligar, porque só o que o ser humano sabe fazer é brigar, discutir, ofender e respeito, que é bom, está em falta.
Até quando isso vai continuar? Não se pode mais nem sair na rua que corremos o risco de voltarmos, sem alguma coisa para casa, ou, simplesmente, não voltarmos mais. E as crianças, podemos ver o medo estampado em seus rostos tão inocentes, pois os pais as agridem, ou até mesmo pai, que bebe e bate na mãe. Por que essas pessoas têm filhos? São tão irracionais quanto um animal, até um animal é mais racional. As pessoas se irritam por qualquer coisa, querem defender a honra, querem ser orgulhosos, mas acabam se tornando inúteis para o mundo.
Se eu ficar, aqui, descrevendo tantos tipos de violência, eu não vou terminar nunca. Estou cansada disso. Eu não suporto ligar a TV, porque chega a me dar nojo das coisas absurdas, que, ultimamente vêm acontecendo.
É irritante ver o quanto as pessoas são idiotas. São poucos os que se importam ou, pelo menos, que, ainda, têm um pouco de vergonha na cara. Vamos nos avaliar, estamos agindo certo? Eu estou cansada da violência! Eu quero paz, e você?

Leonardo Henrique de Henrique

EEEF Bento Gonçalves
A Violência

Existe violência no mundo todo. Brasil, Estados Unidos, Espanha, Alemanha, etc. Mas, um dos países mais violentos do mundo é Israel, onde morrem, (ou morriam, não estou muito atualizado sobre isto) muitas pessoas por terrorismo.
O Brasil é um país, onde existe muita violência, e isso acontece em todos os Estados. O Estado mais violento do Brasil (no meu ponto de vista) é o Rio de Janeiro, pois há várias favelas e quase todas com “traficantes armados até os dentes”.
Também não tenho esperanças de que um dia vá acabar a violência, pois, agora, pode estar morrendo um traficante e nascendo outro, um garoto, sem a mínima chance de se dar bem na vida, sem estudos e saem uma família decente para apoiá-lo.
Eu me acho sortudo, por um lado, mas azarado por outro. Sortudo, porque tive chance de estudar e receber educação, mas azarado, por viver em um mundo com muita violência, estupro, morte, roubo...
Mas ninguém é sortudo por completo. A violência persegue a todos, do mais rico (claro que eles têm mais condições de contratar u segurança!) ao mais pobre.
Hoje, quando sair da escola, posso ser assaltado e até pior, mas, em um mundo violento é assim.

Matheus Israel Santos

EEEF Décio Martins Costa
A Violência no Mundo

Hoje em dia, muitas pessoas são alvo da violência.
Existem vários tipos de violência, entre as quais se destacam a agressão sexual, a pedofilia, brigas, agressão contra o ser humano e várias outras.
Para muitos, a violência é muito ruim. Geralmente as mulheres e as crianças são as mais atingidas. Muitas vezes, as mulheres são atingidas por seus maridos e até por seus filhos, que se entregam ao mundo das drogas.
Todo dia, milhões de pessoas são agredidas no mundo inteiro. É claro que isso não é nada bom, ainda mais para quem sofre com isso tudo.
A agressão contra a criança, também, é muito grave. Muitas crianças são alvo de pedofilia e até seus pais as agridem fisicamente. Nem os bebês escapam disso tudo. Muitos são abandonados em lixeiras e parques públicos e as que ficam com sua família são agredidas, geralmente, por seus pais.
Não podemos esquecer-nos dos idosos, que são agredidos nos próprios asilos.
A violência é muito constante em qualquer lugar em que formos. Nem dentro de casa estamos seguros da violência.
A violência contra a natureza deve ser impedida também. Todos os dias vemos pessoas, poluindo os rios e desmatando muitas florestas. E não é só isso. Muitos animais são espancados, alguns até a morte.
No mundo inteiro, temos vários tipos de violência que vai de socos e pode chegar à morte.
Por isso, a violência tem que acabar, e não é só no Brasil não, tem que ser no mundo inteiro. Infelizmente, a polícia não é mais capaz de acabar com isso.
Muitos jovens, hoje em dia, estão dominados pela maldita droga. A droga vicia quem a usa e faz com que a pessoa sempre queira mais e mais.
A violência é como uma pandemia, já infectou o mundo inteiro.
Portanto, a violência tem que acabar, não só no Brasil, mas no mundo inteiro.
A violência tem que acabar, agora, antes que seja tarde demais.